Ed

Archive for the ‘Escrevendo’ Category

Saber e Viver!

In Escrevendo on 18 de março de 2013 at 03:07

Há uma grande diferença em saber e viver.

De nada adianta saber o que é uma família,

se não se vive a família!

N.B. – Livro Deus Negro – 1973

0

Anúncios

Ao gosto do freguês!

In Escrevendo on 21 de novembro de 2012 at 20:51

“O mal sempre tem uma decoração a gosto do freguês”

N.B.

Livro – Assim Voltamos do Inferno – 1976

Alma!

In Escrevendo on 21 de novembro de 2012 at 20:15

Alma é o sopro vivente em cada um!

Livro: Assim Voltamos do Inferno – 1976

Imagem

Presos na rua e livres na prisão!

In Escrevendo, Questionando on 11 de outubro de 2012 at 12:59

“A prisão não são as grades e a liberdade não é a rua.

Existem homens livres, na prisão,

e homens presos, na rua.

É uma questão de consciência!

Neimar de Barros – Livro Deus Negro

 

“As ações do Espirito Santo sobre a sua mente o libertará de qualquer prisão”

Ed Barros

Deus Negro – Deus Decepção

In Escrevendo, POESIAS, Questionando on 8 de outubro de 2012 at 19:18

Deus Negro – Deus Decepção

Eu,

Cheio de preconceitos,

Eu,

Com falsos conceitos,

Eu,

Detestando pretos,

Eu, sem coração!

Eu, perdido num coreto,

Gritando: “Separação”!

Eu, você, nós…nós todos,

Cheios de preconceitos,

Fugindo como se eles carregassem lodo,

Lodo na cor… E, com petulância,

Arrogância,

afastando a pele irmã.

Mas, estou pensando agora,

E quando chegar minha hora?

Meu Deus, se eu morresse amanhã,

De manhã?

Numa viagem esquisita, entre nuvens feias e bonitas,

E se eu chegasse lá, e um porteiro manco,

Como os aleijados que eu gozei,

Viesse abrir a porta,

E eu reparasse em sua vista torta,

Igual àquela que eu critiquei!

Se a sua mão tateasse pelo trinco,

Como as mãos do cego que não ajudei?

Se a porta rangesse, chorando os choros que provoquei?

Se uma criança me tomasse pela mão,

Criança como aquela que não embalei,

E me levasse por um corredor florido,

Colorido,

Como as flores que eu jamais dei?

Se eu sentisse o chão frio,

Como o dos presídios que não visitei?

Se eu visse as paredes caindo,

Como as das creches e asilos que não ajudei?

E se a criança tirasse corpos do caminho,

Corpos que eu não levantei, dando desculpas de que eram bêbados,

Más eram epiléticos,

Que era vagabundagem,

Más era fome.

Meu Deus!

Agora me assusta pronunciar seu nome.

E se mais para a frente a criança cobrisse o corpo nu,

Do necessitado que não encaminhei,

Ou do moribundo que não olhei,

Ou da velha que não respeitei,

Ou da mãe que não amei?

Um corpo de alguém exposto,

Jogado por minha causa, e não estendi a mão,

Porque no amor fiz pausa, e dei, sei lá, só dei desgosto.

E, no fim do corredor, o início da decepção.

Que raiva, que desespero,

Se visse o mecânico, o operário, aquele vizinho,

O maldito funcionário, e até, até o padeiro, todos sorrindo não sei de quê?

Ah! Sei sim, riem da minha decepção.

Deus não está vestido de ouro.

Mas como???

Está num simples trono.

Simples como não fui,

Humilde como não sou.

Deus decepção.!

Deus na cor que eu não queria,

Deus cara a cara, face a face,

sem aquela imponente classe,

Deus simples! Deus negro!

Deus negro?

E Eu…  Racista,

Egoísta.

E agora???

Na terra só persegui os pretos,

Não aluguei casa, não apertei a mão.

Meu Deus você é negro, que desilusão.

Será que vai me dar uma morada?

Será que vai apertar minha mão?

Que nada!!!

Meu Deus você é negro, que decepção!

Não dei emprego, virei o rosto.

E agora???

Será que vai me dar um canto,

Vai me cobrir com seu manto?

Ou vai me virar o rosto no embalo da bofetada que dei?

Deus, eu não podia adivinhar.

Por que você se fez assim?

Por que se fez preto,

Preto como o engraxate,

Aquele que expulsei da frente de casa.

Deus!

Pregaram você na cruz e você me pregou uma peça.

Eu me esforcei à beça em tantas coisas,

E cheguei até a pensar em amor,

Mas nunca,

Nunca pensei em adivinhar sua cor.

 

Neimar de Barros – Livro Deus Negro “Best Seller” – 1973

Ver esta poesia no FACE –  Clique AQUI!

Muita gente!

In Escrevendo, Falando on 15 de junho de 2012 at 19:59

“Há muita gente sã com amnésia de DEUS!”

*

“Quando um homem diz que não precisa de ninguém,

começa a precisar,

em dobro,

de DEUS!”

Livro “O Peregrino Maldito”  1979

Espaço e amor!

In Escrevendo, Questionando on 14 de junho de 2012 at 22:13

” Quero espaço para acordar… a alma que agora dorme”

” O amor depende do espaço interior que se abre…,

e não do espaço exterior que nos oferecem”

Livro “Os Fantoches” 1979